Nona Hestória

Postado em Pâmela, arte, beijo, hestória, teatro com as tags , , , , em Junho 8, 2008 por partcipantes

Oitava hestória contada para o blog.

A contadora foi Pâmela Villanova, 20 anos, estudante de artes cênicas na unicamp e residente em campinas.

Não há muito o que comentar sobre esse post. Espero apenas que vocês gostem do vídeo.

Como sempre, por favor comentem.

Oitava Hestória

Postado em Família, Febre, Gabriel Tonelo, Santa Ceia, hestória com as tags , , , , em Junho 6, 2008 por partcipantes

Sétima hestória desse blog.

O contador foi Gabriel Kitofi Tonelo, 21 anos, residente de Santo André, no ABC paulista e também estudante de midialogia.

Tonelo foi talvez um dos que mais levou a sério o conceito de hestória, mesmo. Tanto que ele foi um dos primeiros que eu convidei para esse blog, ele no início não quis, depois decidiu fazer quando a possibilidade de gravar em áudio apareceu e creio que ele deve ter passado um bom tempo pensando em sua hestória e no que seria uma boa hestória antes de contá-la.

Igualmente, consegui resolver um pouco os problemas técnicos que não deixaram muito bons os áudios das entrevistas de Tânia e Stefanie. Espero que vocês gostem da hestória.

Como sempre, sintam-se livres para comentar.

Sétima Hestória

Postado em Família, Stefanie, amigos, hestória, infância, ovo de páscoa com as tags , , , , , em Junho 6, 2008 por partcipantes

Sexta hestória a ser contada para o blog.

A hestória foi contada por Stefanie Hesse Alves, 20 anos, de Guarulhos.

Novamente houve o problema do ruído de fundo do meu computador. Recomendo que procurem um bom volume para ouvir o vídeo sem que o barulho irrite muito.

Esse vídeo foi feito no mesmo esquema que as de Gabriel Ishida e Tânia Jacomini, entretanto, ao contrário de ceder apenas sua foto, depois de algumas conversas com Stefanie, decidimos construir o vídeo a partir de várias fotos da sua família, gentilmente cedidas por Stefanie.

Espero que gostem do vídeo, achei ele um dos mais legais de fazer.

Como sempre, por favor, comentem.

Sexta Hestória

Postado em Davi, Prefeitura, Tânia, campinas, cidade natal, hestória com as tags , , , , , em Junho 6, 2008 por partcipantes

Quinta hestória a ser contada para o blog.

A contadora foi Tania Jacomini Moreira da Silva, 26 anos, natural de Campinas.

A hestória foi contada nos mesmos moldes da de Gabriel Ishida: foi gravado o aúdio no meu computador e depois ela cedeu a foto que achava melhor para ilustrar o vídeo. Infelizmente, meu computador está com um problema que traz um chato ruído de fundo na conversa. Tentei melhorar ao máximo o áudio, todavia ele não está mesmo perfeito. Espero que os próximos vídeos não tenham esse problema.

O interessante dessa hestória foi também que, antes de começarmos a gravá-la, Tânia me contou rapidamente as três hestórias que ela pretendia contar, perguntando qual eu preferia. Gostei bastante das três, e como também achava que ela deveria contar a que mais lhe agradasse, discutimos um pouco até ela contar a hestória a seguir.

Como sempre, comentem, por favor.

Quinta Hestória

Postado em Bahia, Carmelina, Família, Goiânia, cidade natal, hestória com as tags , , , , , em Maio 28, 2008 por partcipantes

Quarta hestória a ser contada.

A contadora foi Carmelina Dourada dos Santos, 30 anos, natural de Buritirama, cidade no oeste da Bahia.

A hestória foi muito boa de se gravar e de se discutir. Inicialmente Carmelina queria usar apenas o som da gravação, mas consegui convencê-la por causa da qualidade da imagem (embora ela tenha sido feita com a mesma câmera do post abaixo). Ela ainda queria que cortasse o finalzinho de sua fala, mas devo admitir que o achei muito bom para não deixá-lo lá como estava.

Como sempre, comentem, por favor.

Quarta Hestória

Postado em Família, Goiânia, José Ribeiro, Minas Gerais, cidade natal, hestória com as tags , , , , , em Maio 28, 2008 por partcipantes

Terceira hestória a ser contada.

O contador é José Ribeiro, 81 anos, nascido em Vila Funchal.

A hestória foi gravada com uma câmera fotográfica caseira, daí a qualidade do vídeo não estar tão boa.

Como sempre, comentem, por favor.

Terceira Hestória

Postado em Gabriel Ishida, amigos, futebol, hestória, infância com as tags , , , , em Maio 18, 2008 por partcipantes

Segundo depoimento nesse blog.

O contador foi Gabriel Ishida, 20 anos, também estudante de midialogia.

A entrevista foi feita em áudio apenas. O vídeo que você vê abaixo foi feito com uma foto fornecida pelo próprio Gabriel Ishida.

Uma curiosidade: essa foi a segunda hestória que ele me contou. A primeira foi uma que falava de um boato que ele ouvira na escola dele há algum tempo atrás. Todavia, ele não quis que essa hestória fosse postada, pois não a considerou adequada. A que se segue foi a que sobreviveu.

Se interessar a alguém, novamente fica o convite para comentar se foi verdade ou não o que ele contou.

Segunda Hestória

Postado em Thiago, hestória, maracujá com as tags , , em Maio 9, 2008 por partcipantes

Primeira Hestória a inaugurar o blog.

Thiago Teixeira Costa, 20 anos, estudante de Midialogia, foi quem contou.

Se lhes interessar, por favor comentem se ele mentiu ou contou a verdade.

Primeira Hestória

Postado em apresentação, hestória com as tags , em Abril 10, 2008 por partcipantes

Estórias. Guimarães Rosa sempre chamou seus textos de estórias. Há, em algum ponto perdido da escola, uma distinção baseada nesse autor de que uma estória é uma criação, um conto, algo que se inventa, enquanto que a história seria a verdade, o ocorrido.

Histórias. Todos têm. Todos gostam de contá-la para que, de alguma forma muito particular a cada um, essa história deixe de ser passado, ocorrido, para que se torne novamente a corrida, o presente.

Mas uma história só é conhecida ao ser contada. Ao ser contada, ela não seria então um outro registro, não seria ela então uma estória propriamente dita? E ao ser contada, não será que haveria nesse inocente ato de tentar apreender a realidade invenção, qualquer que fosse? Afinal de contas, nenhum time jogou tão bem ou tão mal os 90 minutos, nenhum cantor só cantou músicas boas num show, nenhum beijo foi assim tão perfeito, nenhuma viagem foi tão enfadonha. Não há, portanto, em qualquer relato, certa mentira, por mais ínfima ou mais gigantesca que seja? Unindo-se uma estória à história, o mais correto não seria talvez hestórias?

É dessa noção que se pretende construir esse trabalho. Incluído no projeto maior Participantes Sem Grupo (http://participantessemgrupo.wordpress.com/), feito em parceria com os alunos Marcos Singulano e Thiago Teixeira, sob a orientação do professor Hermes Renato Hildebrand para o Projeto Multimídia do curso de Comunicação Social – Habilitação em Midialogia na Unicamp, esse projeto pretende ouvir hestórias. Não é algo novo, obviamente, uma vez que outros projetos como o museu da pessoa (http://www.museudapessoa.net/) já se propuseram a ouvir hestórias. Contudo, é dessa noção de que há mentira em cada relato que se pretende diferenciar esse trabalho.

A cada 15 dias, aproximadamente, será pedido a uma pessoa que ela conte sua hestória em vídeo. Entretanto, a cada vez que for feito esse pedido, será avisado a ela que se ela quiser, não precisa contar os fatos com toda a precisão – na verdade, ela pode contar a sua verdade, parte por parte, mudar pequenas coisas, mudar grandes coisas, ou contar uma mentira absoluta – e nós mesmos, que vamos gravar as entrevistas, nunca saberemos disso.

Essas pessoas, portanto, atuarão, ou não, para a câmera. Por isso, elas podem ser atores, ou não, e isso nunca será revelado. Pelo menos não abertamente. Ao fim de cada hestória contada, começaremos uma rodada de perguntas sobre essa hestória, tentando descobrir se ouvimos algo que ocorreu ou não. E o saldo final, de cada vídeo, será aqui postado.

Talvez a única pessoa que possa saber se foi uma verdade ou uma mentira seja você. Por isso, pedimos que a cada vídeo aqui postado, por favor comente sobre se essa pessoa mentiu ou não. Quem sabe, se você conseguir argumentar muito bem, você mesmo não possa nos enganar?

 Gabriel Jubé, Midialogia 2006.